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Segunda-feira, 14 set 2020 - 09h47
Por Rogério Leite

Imagens mostram satélite Starlink reentrando acima de São Paulo

Um satélite de comunicação da série Starlink reentrou na atmosfera na noite de sexta-feira, 11 de setembro, produzindo uma trilha de fragmentos incandescentes vista em boa parte do interior de São Paulo. Câmeras de vigilância do céu da rede BRAMON registraram o momento exato da reentrada e fragmentação do satélite.

Localização aproximada da reentrada do satélite Starlink 32 sobre São Paulo, como apontada pelo site Satview.org. A posição exata do ruptura deverá ser divulgada em breve. Assista ao vídeo para ver mais detalhes.
Localização aproximada da reentrada do satélite Starlink 32 sobre São Paulo, como apontada pelo site Satview.org. A posição exata do ruptura deverá ser divulgada em breve. Assista ao vídeo para ver mais detalhes.

O satélite iniciou o processo de fragmentação às 23h02, possivelmente sobre o estado de Mato Grosso do Sul, a cerca de 130 km de altitude. Alguns segundos depois foi registrado pelas câmeras RCP2 e RCP3, da Bramon, localizadas na cidade de Nhandeara. Em Jales, também no interior do Estado, a reentrada foi registrada pelo observador Fernando Palhares

As imagens gravadas mostram um típico proc esso de reentrada espacial, com inúmeros fragmentos se desprendendo lentamente do corpo principal do satélite.

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Oficialmente batizado NORAD 44254U e popularmente chamado Starlink 32, o satélite foi lançado em 24 de maio de 2019 junto a outros 59 objetos similares, todos pertencentes à empresa estadunidense SpaceX. Com passar do tempo, no entanto, o Starlink 32 precisou ser desativado e teve sua reentrada programada para acontecer exatamente sobre o Brasil.


Antes de ser pulverizado, o Starlink 32 pesava cerca de 230 quilos, a maior parte composta por paineis solares e antenas. Devido à altíssima temperatura da reentrada e a pouca massa envolvida, é pouco provável que algum fragmento tenha tocado o solo.


As imagens vistas no vídeo foram geradas a partir da das estações RCP2 e RCP3, administradas por Renato Poltronieri em Nhandeara, São Paulo. O registro em Monte Azul foi obtido por das câmeras do site Clima ao Vivo. As cenas de Jales foram registradas por Fernando Palhares.

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